Fundos de pensão resistem à crise

A instabilidade econômica que aflige o país causa transtornos em diversos setores. A Fundação Celesc de Seguridade Social – CELOS, por exemplo, tomou medidas para assegurar a carteira e garantir aposentadoria dos beneficiados.

Percebendo a crise enfrentada pelo Brasil nos últimos anos, mudanças substanciais foram realizadas para tornar os investimentos da Fundação mais conservadores, ampliando o atual patrimônio de R$ 2,9 bilhões. “Concentramos forças em transparência, explicando aos beneficiários todas as decisões que tomamos nos últimos três anos, isso nos tornou mais fortes frente ao mercado que sofreu muito durante esses últimos anos”, afirma o presidente da CELOS, Ademir Zanella. Apesar da recuperação lenta da economia nacional, a expectativa é de que no próximo ano os resultados sejam mais positivos. “Nós fizemos o possível para garantir que houvesse grandes retornos para os nossos aposentados. Nos anos de 2015, 2016 e 2017, já pagamos em benefícios: R$ 228 R$ 246 e 225 milhões, totalizando aproximadamente R$ 700 milhões. Agora em 2018 essa mudança positiva já deverá ser percebida”, destaca o presidente ao lembrar que a maioria dos investimentos é feita para o longo prazo. “Temos aposentadorias que precisarão ser pagas somente daqui 50 anos, é nesses valores que estamos focando agora. As ações de hoje devem refletir no futuro, algo que não ocorria anteriormente”.

Além disso, a Fundação foi destaque novamente nesse ano pela qualidade dos serviços prestados nos planos de saúde. “A Agência Nacional de Saúde reconheceu o comprometimento que temos com os mais de vinte e três mil atendidos no CELOS Saúde, oferecendo consultas, internações e exames que, acima de tudo, respeitam os nossos participantes e familiares”, afirma Zanella.

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